Tem casamento que a gente fotografa com o profissionalismo de sempre. E tem casamento que a gente vive com o peito cheio, porque é impossível separar o trabalho da emoção. O de Aline e Juliana foi assim. Ali só tinha gente que se amava de verdade — e ser a pessoa escolhida pra registrar esse dia foi um dos maiores privilégios da minha carreira.
Tem um detalhe que torna essa história ainda mais especial pra mim: a Aline também é fotógrafa, e é prima da Liz, minha esposa. Fotografar o casamento de alguém da família, alguém que entende cada detalhe técnico e emocional por trás de uma boa fotografia, é um tipo de responsabilidade — e de carinho — que não cabe em palavras.
Fotografar o casamento de Aline e Juliana reforçou algo em que acredito profundamente: amor verdadeiro é amor verdadeiro, e merece ser registrado com a mesma emoção, o mesmo cuidado e a mesma dedicação, sempre. Foi um casamento cercado de gente que vibrava genuinamente pela felicidade das duas — e essa energia atravessou cada foto do dia.
Como fotógrafo, acredito que meu papel é registrar o que é real: o olhar, o abraço, a lágrima que escapa, a risada solta. No casamento de Aline e Juliana, isso veio em dose extra — cada momento pedia pra ser eternizado exatamente como aconteceu, sem filtro, sem pose, só verdade.